terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 8 de março de 2013
Estréia Sonata a Kreutzer - Um Incomensurável Abismo de Incompreensão
Nova Apresentação no Dia 14/05/13 - MAPA CULTURAL PAULISTA- em Mauá, no Teatro Municipal de Mauá- ás 13horas.
Sonata a Kreutzer
Estréia dia 30/03/2013 no Teatro Municipal de Mauá, ás 20h
Beethoven, em 1803, foi convidado a apresentar em Viena uma sonata inédita para piano e violino. Um jovem mulado, George Bridgetower, que revelou-se desde cedo um prodígio violinista, foi convidado como seu parceiro no concerto. A performance foi tão arrebatadora que, em seguida, Beethoven anunciou que dedicaria a obra a Bridgetower, dando o título: Sonata per un mulaticco lunattico.
Mais tarde, quando bebiam juntos, o jovem violinista, fez um comentário de cunho particular sobre uma dama conhecida de Beethoven. Enfurecido, Beethoven pediu de volta a partitura e rasurou a dedicatória, intutulando-a Sonata a Kreutzer, em homenagem a Rodolphe Kreutzer, conhecido como o maior nome do violino na Europa. George Bridgetower faleceu em 1860, num asilo para indigentes, esquecido na area musical. Kreutzer, porém, ao receber a partitura desta sonata, considerou-a impossível de ser tocada e jamais execultou esta obra em público.
Liev Tolstói já conhecia esta obra de Beethoven, mas ao ouvi-la numa apresentação na própria casa, em 1888. A música lhe provocou tamanhos sentimentos, que o escritor retomou uma ideia antiga, de escrever um monólogo dramático, à maneira de Dostoiévski.
No livro: A Sonata a Kreutzer.
Numa viagem de trem. Algumas pessoas, iniciam uma conversa onde discutem sobre o divórcio, a condição da mulher na sociedade e o amor. Um narrador, observa a cena e narra os acontecimentos. No assento ao lado, senta-se um homem que confessa ter assassinado sua esposa. Os outros personagens no decorrer da viagem dispersaram-se, ficando apenas o narrador. Pozdnychev pede para contar a este sua história, uma forma de aliviar seu tormento. Seu companheiro de viagem, passa então a ouvir seu drama, suas afirmações, ideias, seu tormentos.
Na peça: Sonata a Kreutzer - Um Incomensurável Abismo de Incompreensão,
Sinopse
Pode uma música,
uma obra de arte, despertar num homem uma avalanche de sentimentos? Qual será o
poder da música? Pozdnychev é um homem atormentado por sentimentos dúbios,
desencontrados e pela lembrança do assassinato de sua própria mulher. Para amenizar
sua dor, faz um relato da sua história, dos verdadeiros motivos que o levaram
ao crime. É na verdade um relato da frágil condição humana, onde as convicções inabaláveis
de um homem, na prática, levam-no a ser vitima de seus próprios atos.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
ESTAMOS SELECIONANDO
ATORES E ATRIZES (MESMO SEM EXPERIÊNCIA)
PARA AS FILMAGENS DO
CURTA-METRAGEM:
"INVENTÁRIO
DOS ABSURDOS OU ABSURDOS DOS
INVENTÁRIOS"
(BASEADO
EM TEXTO DO POETA DE MAUÁ : MACÁRIO OHANA VANGÉLIS)
**ATENÇÃO
AOS INTERESSADOS**
ESSE
PROJETO NÃO VISA QUALQUER TIPO DE LUCRO, SENDO EXCLUSIVAMENTE PARA DESENVOLVIMENTO
ARTISTÍCO DE TODOS PARTICIPANTES.
INTERESSADOS ENTRAR EM CONTATO
PELOS FONES:
VALMIR D'FIAMA
7447-3605 (VIVO) 4511-4357 ( DAS 18:00 ÁS 21:00 HS )
BLOGG: http://
macarioohana.blogspot.com.br/
FACEBOOK: VALMIR D’FIAMA
E-MAIL: valmirfiama@bol.com.brsegunda-feira, 7 de maio de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
ESTILHAÇOS URBANOS
Rostos macambúzios, faces esquálidas, olhos apagados, vazios... olhares de quem perdeu todos os sonhos e esperanças.
Natureza morta em volta.
Florestas de concretos.
E há uma enorme bola sanguínea flutuando no céu baixo, anunciando o novo dia!...
Nenhum rosto, nenhum olhar pousado nas janelas do trem.
Estão todos concentrados nos seus infernos interiorizados.
O trem segue aos trancos e solavancos.
Passam as estações. Um sobe e desce de cadáveres... alguns até bonitos.
Silêncio sufocado por conversas vazias.
Odores de suores perfumes fumaças produtos químicos que jorram das fábricas.
Um pesado silêncio sufocado.
Céus!... o moço nu!... a moça nua!...
Um bêbado rumina desgraças, bafafás e palavrões. O esmoleiro diário vivendo de piedades.
Faces graves e risos presos cruzam-se e se chocam em fúria apressados.
O moço nu!... a moça nua!... Ninguém vê?...
Olham-se mutuamente. Vê-se que não se conhecem. Mas há uma forte atração entre eles. Ele está excitado. Ela está excitada.
Beijam-se,....
acariciam-se ....
Ninguém vê?...
Eu estou excitado.
Um senhor negro, aparentando cinquenta anos aproximadamente, descansa a face angustiada na palma da mão que, por sua vez, está pousada sobre o cotovelo pousado sobre suas pernas cruzadas. O sol projeta sombras no chão do trem em movimento.
O moço nu!... a moça nua!... Ele ajoelha-se em frente a ela, que está encostada na porta gemendo de volúpia. Ele acaricia a bocetinha dela – linda boceta exposta aos olhos meus – céus... ele está beijando a bocetinha dela... acariciando os seios dela... massageando o clitóris dela com a língua ........................................................
..................................... ela geme e treme e agoniza de febre e de prazer.
Ninguém vê?...
O trem faz uma breve parada na estação de; .................................................. sobem e descem cadáveres. Eu mesmo me sentiria um cadáver não fosse o pulsar do meu pinto duro me dizendo que estou vivo.
Assinar:
Postagens (Atom)


.png)

